A chegada da internet na imprensa pede mudanças, adaptações e ainda não é bem aceita por todos
Por Liz Mendes
No jornalismo de forma geral, a máxima de que “A pressa é inimiga da perfeição” nunca pôde ser levada muito ao pé da letra. Em tempos de internet, mensagens instantâneas e SMS (sigla para Short Message Service, como são chamadas as mensagens enviadas via aparelho celular) menos ainda. O jornalista tem pressa para ser o primeiro a publicar um furo e o leitor tem pressa de saber qual o mais novo detalhe sobre um caso de seu interesse.
A internet, que pode ser considerada uma vilã por aqueles mais céticos e que preferem o jornal em papel com as notícias do dia anterior, tem sido aliada dos dois lados. A apuração, embora nem sempre tão bem feita, conta com a rapidez da comunicação online (mensageiros instantâneos, e-mails). A recepção do conteúdo pelo leitor passa a ser imediata: assim que a matéria está pronta o jornalista a publica e ela pode ser lida.
Comodidade é a palavra que melhor define a nova era da comunicação, que conta com a grande ajuda da chamada Web 2.0. E a comodidade, inserida nesse contexto, significa, também, menos gastos. Se o repórter pode fazer a apuração por e-mail, ele não precisa se deslocar até a fonte. Resultado: as grandes empresas midiáticas conseguem lucrar ainda mais.
Assim, a internet também passou a ser um alvo certo para os jornalistas: eles descobrem pautas, entram em contato com as fontes, coletam informações e finalizam o trabalho, tudo sem ter que mover, muitas vezes, nada além dos dedos no teclado do computador.
Mas, afinal, o que é Web 2.0? Read the rest of this entry »
Estamos tão acostumados com atrasos que quando algo começa na hora (ou, no caso, antes da hora) acabamos ficando com a sensação de “foi só isso?”. Assim foi o show do cantor Jason Mraz em Brasília.
